‘Borderlands in Europe’s big game: Moldova, Romania, Bulgaria’

O irlandês Bryan MacDonald, ao serviço da televisão russa RT (media abertamente com uma visão pró-Moscovo), apresenta-nos uma análise sobre o futuro da Roménia, da Bulgária e da Moldova. Um retrato que alavanca o problema ucrâniano e que parece contagiar a vizinha ex-república soviética da Moldova e dois antigos Estados satélite comunistas, a Roménia e a Bulgária.

Da análise de MacDonald extraímos um futuro negro para a Moldova. Um país à procura de si mesmo:

RT

Shortly after arriving, I realized that Moldovan’s themselves are actually searching for a nation to belong to first. If the question “are you comfortable in your own skin?” was asked in Chisinau, the answer could easily be “what skin?”.

Da Bulgária a imagem de um país sem rumo:

While Moldova is in a state of chassis and Romania is accelerating in an, outwardly, fairly assured direction – Bulgaria is in a torpor. Recent changes are few and an atmosphere of foreboding is general. Bulgaria feels like a nation going nowhere in any kind of hurry.

E, finalmente, a Roménia. Segundo o autor, o único país com um destino traçado e que pouco a pouco vai encurtando a distância que o separa da Europa ocidental, embora a dicotomia entre os espaços urbano e rural seja acentuada:

In Bucharest, a building boom is accelerating and a confidence stalks the air. Urban Romanians seem assured that their nation is headed in the right direction and a collective will is apparent.

A visão na integra de Bryan MacDonald pode ser lida aqui.

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Uma opinião sobre “‘Borderlands in Europe’s big game: Moldova, Romania, Bulgaria’

  1. Colocar a Romenia “no mesmo saco” q a Bulgaria e a Moldova é, no minimo, infantil.
    Analogamente a Irlanda é Inglaterra…
    A Romenia é um “aliado” dos EUA sendo dos 3 nomeados claramente o mais proximo, a todos os niveis, do ocidente europeu. A Moldavia nasceu na 2ª guerra mundial e tem uma proximidade historica geografica e cultural à Russia muito maior q a Romenia. A Bulgaria sempre foi um aliado da Russia e, apesar de se tentar ocidentalizar, mantem laços viscerais com a “patria mae” como ainda os mais velhos denominam a Russia.

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